sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Sinto muita saudade
de um tempo,não este
que corre ao meu lado,
saudades de lugares
onde nunca pisei...
saudades secretas
de amores e as sonhadas completudes
de caminhos que
me perderam
por puro enfado não
retornei...
de coisas pequenas,
transparentes,
emplumadas ,
tão leves, não me pesaram
aos olhos
se cravaram como
ínfimos amuletos
ou se eternizaram como pássaros
aquecidas saudades de desenhos noturnos,
nascidas como sobras de sombras
esquecidas de me dizerem adeus...
terça-feira, 25 de setembro de 2012
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
...esse
caminhar
esse
caminhar
sobre
a vida
tal como se fosse
andar
sobre mil livros
com
suas histórias
começos, tropeços,
Seus
fins e o continuar...
Sente
–se de repente
que
cada página
foi movida à força
de dedos molhados
na
ponta da língua,
vira vida vivida
Pulsa.
A
rajada de vento
provoca
rumores
cada
página virada,
vira
passo, vira passado,
vira
passarinho
e soa como interlúdio:
cada instante.
Não cala...
o
que dizem as entrelinhas
a
vida simplesmente captura
e continua soando,
no
aluvião de folhas...
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Bem-vindo setembro
Bem-vindo setembro!
Aguardemos juntos o teu o dia 22 para a chegada da primavera que passa tão ao largo da caatinga abrangente do meu Nordeste, a minha terra. As chuvas tambem passaram ao largo esse ano,Antecipo-me, antevendo uma primavera desprovida daquele, mesmo minguado, colorido que quase se toca. A cor que se ver com o olhar farto e generoso que a imaginação conduz, não haverá de me faltar na primavera de 2012.
Ah! primavera de Setembro –
Lembro a flor amarela
Que surge
efêmera e bela
aqui e acolá, derramando
cor
no sem cor da
caatinga.
Invade a dor cinza asfaltada,
esta estrada inalterada,
que serpenteia pelo chão,
Coberta de piche e
solidão.
aguardando a primavera
Aguardando a primavera
Ah primavera de Setembro!
eu lembro da flor amarela,
Quando surge efêmera e bela
aqui e acolá, derramando cor
na vestidura gris da caatinga.
Invade a dor cinza do asfalto,
esta estrada inalterada,
que serpenteia pelo chão,
Coberta de piche e solidão.
Assinar:
Postagens (Atom)




